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Unidade de Apoio à Vítima Migrante: novos materiais disponíveis

A Unidade de Apoio à Vítima Migrante (UAVM) é uma Unidade especializada no apoio a cidadãos imigrantes vítimas de crime e a cidadãos vítimas de discriminação.

Com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e actualmente co-financiamento do Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), a UAVM tem como objectivo responder às problemáticas destes públicos-alvo, que tendo em conta a sua especial vulnerabilidade, são alvos preferenciais de diversos tipos de crime e que carecem de apoio especializado.

Estão agora disponíveis novos materiais de comunicação, cartazes e folhetos. Estes novos materiais foram desenvolvidos em quatro línguas - português, inglês, russo e romeno - de forma a chegar a uma população alargada.

APAV 25 Anos: Concerto de Jorge Moyano na Sociedade de Geografia de Lisboa

A APAV celebrou 25 anos no dia 25 de Junho de 2015. Assinalando a data, Jorge Moyano apresentou um recital de piano na Sociedade de Geografia de Lisboa. Jorge Moyano interpretou obras de Chopin, Debussy, Ravel e Gershwin. O espetáculo teve uma vertente solidária e o valor das entradas reverteu para a APAV.
Fotos: Márcia Lessa

APAV | 1990-2015 | 25 anos a dar voz ao silêncio

A APAV nasceu há 25 anos, no dia 25 de junho de 1990.
 
A ideia originária de um pequeno e empenhado grupo de cidadãos partilhada por alguns mais frutificou, consolidou-se e institucionalizou-se traduzindo, no momento oportuno, a necessidade de prestar atenção e apoio a quem é vítima de crime, na construção de uma sociedade portuguesa democrática mais justa e solidária. A APAV consolidou-se igualmente como voz ativa na sociedade contribuindo para o seu equilíbrio e pacificação.
 
O percurso fez-se com dificuldades e muito trabalho e esforço de todos aqueles e aquelas que, como Voluntários ou Colaboradores, fizeram ao longo destes anos da APAV a sua casa e a sua causa, contribuindo para o seu sucesso.
 
O número de pessoas alcançadas neste 25 Anos pela ação da APAV em apoio (cerca de 270.000) e em prevenção e formação (cerca de 100.000) e o número de Voluntários e Voluntárias (cerca de 3.500) encorajam-nos a prosseguir a sua Missão, renovando quotidianamente a sua razão de existir: as pessoas vítimas de crime, incluindo os seus familiares e amigos.
 
A APAV continua, volvidos 25 anos, a ser um projeto inovador na sociedade portuguesa e cabe-nos a nós, nas nossas funções e contributos, a responsabilidade de assegurar que as qualidades que a distinguem das demais se mantêm e se atualizam, pois muitos são os desafios que as organizações da sociedade civil enfrentam neste princípio de século novo. A APAV sempre o soube fazer, transformando-os em oportunidades e dando-lhes respostas com coragem, independência e inovação.
 
O 25º Aniversário foi celebrado simbolicamente com um Concerto Comemorativo por Jorge Moyano, na Sociedade de Geografia de Lisboa, mas a  maior celebração é o cumprimento quotidiano da nossa Missão de apoiar quem é vítima de crime, dando-lhe voz e zelando pelo seus direitos.

APAV condecorada com a Ordem da Liberdade no 10 de Junho

No dia 10 de Junho – Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades – Sua Excelência o Senhor Presidente da República atribuiu à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) o grau de Membro Honorário da Ordem da Liberdade, no âmbito das comemorações nacionais, que tiveram lugar em Lamego.
 
O acontecimento, que muito honra a APAV, dá-se a poucos dias do 25.º aniversário da sua fundação, a 25 de Junho de 1990; e ocorre após a sugestão escrita de um grupo de cem personalidades, que entendeu que a condecoração seria “dar lugar às vítimas de crime, em especial as que são mais vulneráveis; isto é, recordando à sociedade portuguesa que estes cidadãos e cidadãs de Portugal em algum momento das suas vidas foram tocados pelo crime e pela violência e puderam então contar com o apoio de uma organização da sociedade civil, maioritariamente formada por generosos voluntários” e que seria, ainda, “conceder à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima o justo reconhecimento da sua Missão e do seu trabalho ao longo dos anos”.
 
Foram signatários Maria de Jesus Barroso Soares, Presidente da Fundação Pro Dignitate; o catedrático Marcelo Rebelo de Sousa; e Luís de Miranda Pereira, mentor e primeiro fundador da APAV. Seguiram-se a atriz Lídia Franco, a pintora Emília Nadal, a escritora Teolinda Gersão, o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, a catedrática Maria João Brilhante, o fotógrafo Jorge Molder, a escritora Rita Ferro, a jornalista Leonor Xavier, a ilustradora Engrácia Cardoso, a investigadora e ativista Aline Gallasch-Hall de Beauvink, o escultor Charters de Almeida, o poeta Alexandre Nave, a pintora Graça Martins, a poetisa Isabel de Sá, o catedrático Boaventura de Sousa Santos; a catedrática Zília Osório de Castro, o escritor António Pedro Vicente, a investigadora e docente universitária Vanda Anastácio, a escritora Patrícia Reis, a jornalista Laurinda Alves, o Padre Anselmo Borges, a ativista Maria João Sande Lemos, o pianista Jorge Moyano, a editora Zita Seabra, a compositora e guitarrista Luísa Amaro, a jornalista Anabela Mota Ribeiro, a investigadora Esther Mucznik, em representação da Comunidade Judaica de Lisboa, o catedrático Duarte Nuno Vieira, a jurista Paula Guimarães, a investigadora e docente universitária Manuela Ivone Cunha, a escritora Dulce Maria Cardoso, os investigadores e docentes universitários Raquel Carvalho Matos, Catarina Ribeiro e Joaquim Azevedo; o poeta Ruy Ventura, a Bastonária da Ordem dos Advogados, Elina Fraga; o investigador e docente universitário Rui Abrunhosa Gonçalves, a atriz Glória de Matos, o compositor Mário Laginha, a jornalista Maria Antónia Palla, o escritor Manuel Pedroso Marques, a escritora Helena Sacadura Cabral, o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Germano Couto; a investigadora e docente universitária Sara Falcão Casaca, o investigador e docente universitário Paulo Borges, em representação da União Budista Portuguesa; a Presidente da Fundação Champalimaud, Leonor Beleza, a jurista Teresa Alves Martins, o escritor Jorge Reis-Sá, a investigadora e docente universitária Lívia Franco, o catedrático Cândido da Agra, a jurista Helena Fazenda; a escritora e editora Maria do Rosário Pedreira, o investigador e docente universitário Paulo Drumond Braga, o Bastonário da Ordem dos Médicos José Manuel Silva, a investigadora e docente universitária Isabel Drumond Braga, o escritor e tradutor Frederico Lourenço, a investigadora e docente universitária Paula Vicente, o poeta José Rui Teixeira, a investigadora e docente universitária Ana Leal de Faria, as investigadoras Maria do Céu Vairinho Borrêcho, Rita Mira, Ana Rosa Mota, Natividade Monteiro e Maria José dos Remédios; o médico Bernardo Villas Boas, a dramaturga Cláudia Lucas Chéu, o ator Albano Jerónimo, a empresária Rosalina Machado, o cientista Alexandre Tiedtke Quintanilha, a catedrática Marlene Braz Rodrigues, o escritor Richard Zimler, o docente universitário António Bagão Félix, a jornalista Marta Atalaya, o escritor Valter Hugo Mãe e o fotógrafo Valter Vinagre. Foram também signatários alguns dos fundadores da APAV: Maria Raquel Ribeiro, Armando Gomes Leandro, José Manuel Borges Soeiro, José Eduardo Pinto da Costa, Jorge Figueiredo Dias, Augusto Lopes Cardoso, Maria Fernanda Farinha, Maria Rosa Crucho de Almeida, Margarida Blasco e Luís Humberto Jardim Marcos; bem como Dom Fernando de Mascarenhas (1945 – 2014), 12.º Marquês de Fronteira; e a escritora Ana Vicente (1943 – 2015), infelizmente já falecidos.
 
Para Manuel António Ferreira Antunes, também fundador, e atual Presidente do Conselho Fiscal da APAV, a condecoração é o “reconhecimento de uma instituição que traduz a vitalidade reforçada ao longo de anos de somatórios de atos de cidadania solidária, reforçando direitos e deveres e a dignidade cidadã como alicerce democrático. E ainda como reconhecimento da solidária generosidade intergeracional trazida todos os dias por todos os voluntários, técnicos e associados de forma anónima, apenas confortados pelo que levam às pessoas e trazem à defesa da dignidade individual e ao exercício da cidadania ativa. E a Ordem da Liberdade é a que espelha bem o que a APAV melhor faz: defender a liberdade, defendendo a dignidade das pessoas.”

GAV Faro acolheu primeiro Open Day APAV

  
O Gabinete de Apoio à Vítima de Faro promoveu no passado dia 22 de Junho o primeiro  Open Day APAV, um evento que abriu as portas do GAV à comunidade.

O evento contou com a presença das personalidades e entidades do Concelho de Faro: Engº. Rogério Bacalhau (Presidente Câmara Municipal de Faro), Dra. Ana Pina (Serviços Acção Social CM Faro), Juiz Dr. Rodolfo Serpa (Tribunal Judicial da Comarca de Faro), Dr. António Madureira – Ministério Público (DCIAP), Dr. António Gonçalves – Ministério Público (DCIAP), Dra. Maria Fátima Teixeira (Diretora do SEF de Faro), Dr. Vitor Vinagre (Sindicato Investigação e Fiscalização do SEF), Comandante Patricia Firmino (PSP de Faro), Dra. Sandra Amendoeira (Ordem dos Advogados), Dra. Cláudia Bráz (Advogada, ex-gestora GAV Loulé), Dra. Nídia Cavaco (CPCJ de Faro), Dra. Cátia Dinis (CPCJ de Faro), Dr. Francisco Marques (Direção Geral de Educação), Dr. Francisco Soares (Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa) e Provedor Sr.º José Neto (Santa Casa de Misericórdia de Faro).

Além da comemoração dos 25 anos da APAV, o evento funcionou também para apresentar o trabalho desenvolvido pelo GAV no concelho de Faro. No evento foram ainda distinguidas duas personalidades pelo seu apoio à APAV: Nídia Cavaco (Presidente da CPCJ de Faro) e António Madureira (Ministério Público da Comarca de Faro).
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