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APAV no instagram | Ciclo de Conversas Online

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A APAV convida todos/as a assistirem e a participarem no Ciclo de Conversas Online.

Semanalmente, no Instagram da APAV, estaremos à conversa com jornalistas, especialistas, entidades parceiras, ativistas e figuras públicas sobre temas relacionados com as diversas áreas de atuação da APAV.

Numa altura de isolamento social em que a maioria das pessoas deve ficar confinada às suas casas, a APAV considera fundamental que todos/as continuem ligados/as e atentos/as aos perigos que permanecem e às vítimas de crimes e de diferentes formas de violência que, em contexto de pandemia, continuam a existir.

Trazemos à discussão questões como a importância da garantia dos direitos das vítimas e do debate sobre alternativas no âmbito da disponibilização de apoio.

Hoje, teremos connosco Catarina Marques Rodrigues, jornalista da RTP, para conversar com Carla Ferreira, gestora técnica da Rede CARE, sobre violência sobre crianças e jovens.

Assista aqui: https://www.instagram.com/apav_online/

APAV abre Centro Temporário de Acolhimento de Emergência para mulheres vítimas de violência doméstica

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A APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima inaugura hoje um Centro Temporário de Acolhimento de Emergência para mulheres vítimas de violência doméstica, na sequência de repto e financiamento da Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade (SECI) e com o apoio da Câmara Municipal de Odivelas e outros parceiros (Junta de Freguesia de Arroios, Banco de Portugal, Autocambota, ALTICE e Ministério da Cultura).

Este novo Centro vai acolher mulheres que sejam vítimas de violência doméstica, acompanhadas ou não de filhos até aos 18 anos. O Centro Temporário de Acolhimento de Emergência é um equipamento provisório que deverá funcionar nos próximos três meses, extensíveis por mais três meses, estando dependente da evolução sanitária do nosso país.

Resultado de uma colaboração com o Ministério da Saúde, o equipamento possui um Posto de Rastreio de COVID-19, que dispõe de quartos de espera e de confinamento para as mulheres que entram no Centro caso se revele necessário.

Neste momento extraordinário, em que são muitas as questões relacionadas com o confinamento social e a necessária quarentena devida à COVID-19, sabe-se, sobretudo através de relatos vindos de países que já aplicaram as mesmas medidas, que tem existido um eventual aumento de situações relacionadas com a violência doméstica.

A APAV é uma instituição com provas dadas na área do apoio às vítimas de crime, nomeadamente as mulheres vítimas de violência conjugal, e tem a experiência de gestão e dinamização de Casas de Abrigo e Vagas de Emergência. Por isto, é uma resposta que tem já um saber adquirido nesta matéria, marcado pelo respeito pelas pessoas e pelo profissionalismo da sua atuação.

Quem está isolado também pode ser vítima.

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A APAV apresenta uma nova campanha sobre isolamento social. Em tempos em que a contenção e isolamento sociais são imperativos, a APAV alerta para o possível aumento da violência doméstica, do cibercrime e de crimes contra o património. A campanha foi desenvolvida criativamente pela agência CARMEN (YoungNetwork Group).

COVID-19 | Coronavírus e medidas de isolamento podem aumentar o risco de violência contra pessoas idosas

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As pessoas idosas são, segundo a Organização Mundial da Saúde e a Direção-Geral da Saúde, um grupo de risco para a COVID-19, o que significa que uma vez infetadas, as pessoas idosas podem apresentar quadros clínicos mais graves.

Num momento em que a pandemia que assola o mundo obriga os governos a aplicar medidas de isolamento social em larga escala, o facto de as pessoas idosas serem um grupo de risco fez com que estas se encontrem em isolamento obrigatório só podendo sair das suas residências em casos muito excecionais.

Este isolamento obrigatório pode aumentar as situações de violência contra pessoas idosas, incluindo a negligência. Para saber quais os tipos de violência contra pessoas idosas mais comuns, consulte a folha informativa da APAV aqui.

O facto de as pessoas idosas estarem confinadas para sua segurança e dos outros faz com que não tenham contacto diário com outras pessoas a quem poderiam recorrer em situações de violência. Assim, ao mesmo tempo que aumenta o risco de violência contra pessoas idosas, esta torna-se ainda mais difícil de identificar.

O isolamento, especialmente quando a vítima está isolada no mesmo espaço que o/a agressor/a, pode preveni-la de denunciar situações de violência às autoridades, profissionais com quem normalmente contacta, familiares ou amigos/as.

Assim, se é uma pessoa idosa e está a ser vítima de violência física, psicológica, sexual, económico-financeira ou se quem deveria prestar auxílio não está a fazê-lo, peça ajuda à APAV ligando para o 116 006. A chamada é gratuita e poderá ligar nos dias úteis entre as 9h00 e as 21h00. Em caso de emergência, ligue 112.

Se se encontra em isolamento com o/a agressor/a, é extremamente importante que mantenha o contacto com o exterior. Comunique regularmente com os seus familiares, amigos/as, vizinhos/as ou outras pessoas de confiança através do telefone fixo ou do seu telemóvel. Mesmo estando em casa, faça-se sempre acompanhar do seu telemóvel e certifique-se de que este está carregado a todo o momento para pedir ajudar se necessitar.

Respeitando a distância de segurança, informe os seus vizinhos e vizinhas de que está em casa. Uma vez que as Juntas de Freguesia estão a oferecer apoio na compra de bens alimentares e medicamentos, bem como no passeio de animais de estimação, contacte a sua Junta de Freguesia para saber como beneficiar destes apoios e para informar de que está em isolamento em casa.

Se não é uma vítima de violência, compreenda que a situação de isolamento obrigatório o/a pode deixar mais vulnerável, por exemplo, a burlas, sendo essencial adotar comportamentos preventivos.

Não abra a porta a desconhecidos a menos que tenha agendado a recolha de amostras para teste médico à COVID-19, que tenha solicitado o apoio da Junta de Freguesia ou a entrega de bens por outra entidade. Ainda assim, peça a quem lhe bate à porta que se identifique claramente. Caso não tenha agendado a recolha de amostras para testes médicos ou a entrega de bens, ligue para a Polícia e explique a situação.

Lembre-se que as empresas prestadoras de serviços, como eletricidade, gás, televisão, etc., reduziram substancialmente os seus serviços que implicam contacto com o público e, por isso, não abra a porta mesmo que alguém se identifique como representante de uma destas entidades.

Se utiliza a internet e/ou redes sociais (como o Facebook ou o WhatsApp), não abra ligações (links) a menos que alguém com quem esteja em contacto o informe de que é seguro. Estão a circular vários links que servem para instalar vírus no seu dispositivo (computador ou telemóvel).

Durante o isolamento obrigatório, mantenha-se sempre informado. Procure informações de fontes seguras (Governo, Autoridades de Saúde, Câmara Municipal, Junta de Freguesia, Centro de Saúde, Associações ou Organizações que já conhece) e memorize números importantes como o número de emergência nacional (112), a Linha de Apoio à Vítima da APAV (116 006) e o número da esquadra da PSP ou da GNR.

O isolamento obrigatório de pessoas idosas serve para o proteger a si e aos outros mas não significa que esteja sozinho.

Se for vítima ou conhecer alguém que seja vítima de crime ou violência, peça o apoio da APAV: ligue 116 006.

COVID-19 | INFORMAÇÃO

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Para sua e nossa proteção encerrámos os serviços de atendimento, mas continuamos operacionais e reforçámos o Apoio à Distância:

Linha de Apoio à Vítima  |  116 006 

Outros contactos da APAV: bit.ly/ContactosAPAV

 

Adiamento da Assembleia Geral

Por determinação do Presidente da Mesa da Assembleia Geral da APAV, e nos termos previstos no artigo 18º do Decreto-Lei nº10-A/2020, de 13 de março, que dilata o prazo para a realização das assembleias gerais, e face à atual situação emergencial nacional, fica sem efeito a realização da Assembleia Geral Ordinária da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima prevista para 23 de março, sendo oportunamente, e de acordo com o estipulado no referido diploma legal, convocada em nova data.

Álvaro José Brilhante Laborinho Lúcio
Presidente da Mesa da Assembleia Geral