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Comunicado da APAV acerca da reportagem e debate exibidos no âmbito programa “Ana Leal” de 21 de março de 2019

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A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima - APAV, na sequência da reportagem e do debate exibidos no âmbito do programa “Ana Leal” (programa de informação da TVI e TVI24), na noite de 21 de março de 2019, entende como necessário esclarecer os seguintes pontos:

1. A APAV mantém as declarações prestadas no passado dia 19 de março de 2019, em entrevista dada à jornalista Sara Bento (repórter do programa referido) para a reportagem exibida. Na entrevista dada por Daniel Cotrim, Assessor Técnico da Direção da APAV, é afirmado: “Não é prática da APAV, nem nunca foi, e não será, promover encontros conciliatórios ou promover encontros de conciliação. (...) Não houve essa reunião, de certeza absoluta, com técnicos da APAV.”
A APAV não fez no caso concreto abordado (em 2000, altura em que prestou apoio à vítima em questão), nunca fez, não faz e não fará qualquer tipo de tentativa de reconciliação entre vítima e agressor/a. Enquanto organização de interesse público, cuja missão é prestar apoio aos cidadãos e cidadãs vítimas de crime, a ação da APAV destina-se exclusivamente a proteger e promover os direitos e os interesses destes/as, pelo que tal prática não faz, nem nunca poderia fazer, parte do modelo de intervenção da Associação.

2. Para além daquilo que afirmou e que foi reproduzido na peça, o entrevistado explicou detalhadamente à jornalista os procedimentos da Associação, tendo-lhe inclusivamente demonstrado, com base em elementos relativos à intervenção desenvolvida junto da vítima em questão, a inverosimilhança da versão apresentada. Contudo, percebeu desde logo a APAV que, no que à sua intervenção neste caso diz respeito, o objetivo desta peça jornalística não seria o de esclarecer a verdade - tendo-se inclusivamente chegado ao ponto de afirmar que a decisão judicial confirmava a versão apresentada na peça, quando em momento algum daquela decisão é feita referência aos/às técnicos/as da APAV. Ademais, o centro de acolhimento referido nesta reportagem, para o qual a APAV encaminhou a vítima em questão no ano 2000 (e que é, erroneamente, mencionado como “Casa de Abrigo”) nunca foi uma estrutura gerida pela APAV.

3. Por esta razão, e também porque para a APAV a confidencialidade é um dos pilares fundamentais do seu modelo de intervenção e um garante de confiança junto de todas as vítimas que procuram o apoio da Associação - motivo pelo qual não poderia aceitar debater publicamente um caso concreto em que teve alguma intervenção -, declinou a Associação o convite para estar presente no referido debate, ao contrário da habitual abertura para colaborar com Órgãos de Comunicação Social e, designadamente, para se fazer representar sempre que tal lhe é solicitado.

4. Face à falsidade e à gravidade das afirmações proferidas pelas jornalistas responsáveis por esta peça jornalística e pelo debate que lhe sucedeu relativamente à intervenção da APAV neste caso, a APAV entende ainda existir neste trabalho, em vários pontos, uma quebra do Código Deontológico do Jornalista. A APAV sublinha que não só não compactua com as más práticas deste programa de informação como também que estas não beliscam a imagem de uma organização que há quase 30 anos vem desenvolvendo um trabalho ímpar e de reconhecido valor para a sociedade portuguesa. Por tudo o que foi exposto, consideramos que o programa exibido transmite uma imagem não condizente com aquilo que deve ser um verdadeiro jornalismo de investigação.

© março 2019, APAV

Leilão de camisolas de jogadores da Primeira Liga reverte a favor da APAV

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Decorre no site E-Solidar, até 14 de abril, o leilão de camisolas assinadas por jogadores da Primeira Liga. Estas camisolas foram criadas especialmente para os jogos do fim de semana de 16 e 17 de março, no âmbito da campanha #NãoFiqueÀEspera, lançada pelo MEO e pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima contra a violência doméstica.

No âmbito desta campanha, o MEO criou camisolas para quatro equipas da Primeira Liga portuguesa de futebol (Futebol Clube do Porto, Vitória Sport Clube, Clube Desportivo das Aves e Rio Ave Futebol Club). Em vez dos nomes dos jogadores, estas camisolas exibem nomes de mulheres, bem como o logotipo do MEO criado para a campanha.

O valor do leilão das camisolas, assinadas pelos jogadores, reverte a favor da APAV e para o apoio às vítimas de violência doméstica.

O leilão pode ser acompanhado aqui: https://bit.ly/2umGSSA

Junte-se a esta causa:
https://em.meo.pt/NaoFiqueEspera

II Jornadas de Braga Contra a Violência

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No próximo dia 14 de maio, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima promove as II Jornadas contra a Violência em Braga. À semelhança da primeira edição, o evento terá lugar na Universidade do Minho (Campus de Gualtar - Auditório A1), com início pelas 9.30.

Nesta segunda edição, as jornadas contam com quatro painéis diversificados, em cujos oradores/as irão discutir as várias perspetivas do apoio à vítima de crime, bem como a prevenção da violência e da vitimação.

O evento conta com dois painéis da parte da manhã e dois painéis da parte da tarde. No primeiro painel, os/as oradores/as abordarão a violência contra as vítimas especialmente vulneráveis: pessoas LGBTI (Paula Allen, Vice-Presidente da Associação Plano i e coordenadora geral das questões LGBTI), pessoas idosas (José Ferreira Alves, Escola de Psicologia, Universidade do Minho), pessoas com deficiência por (Rui Machado, Psicólogo Clínico, Comissão Coordenadora dos (d)Eficientes Indignados e da direção do Centro de Vida Independente) e crianças e jovens (Carla Ferreira, Gestora Técnica da CARE – Apoio especializado a crianças e jovens vítimas de violência sexual, uma das sub-redes de apoio especializado da APAV).

No segundo painel serão debatidos os novos desafios em torno da proteção das crianças e jovens, com temas como as crianças e o tribunal e o tempo da infância no(s) tempo(s) da justiça (Helga Teixeira e Castro, Instituto de Educação, Universidade do Minho).

No terceiro painel, já da parte da tarde, serão apresentadas propostas de prevenção com crianças e jovens através do Projeto Educar para o direito (Paula Alexandra Varandas, autora do Projeto) e do Projeto Ser (Rosa Saavedra, Assessora Técnica da Direçãoda APAV e coordenadora do Projeto Ser – Sensibilizar e Educar para os Relacionamentos). 

As II Jornadas de Braga contra a Violência terminarão com um quarto painel, no qual se pretende fazer uma reflexão sobre a vítima - quer através da análise criminológica do conceito de vítima (Ana Guerreiro, ISMAI/UMAR/FDUP), de um novo olhar jurídico-penal em torno da vítima (Margarida Santos, Escola de Direito, Universidade do Minho) e do papel dos serviços de apoio à vítima vs. efetivação do estatuto de vítima (Frederico Moyano Marques, Assessor Técnico da Direção da APAV).

As II Jornadas de Braga contra a Violência contam com o apoio da Universidade do Minho.

A participação nestas jornadas é gratuita, mas sujeita a inscrição.

Mais informações em: https://apav.pt/jornadas/

Inscrições: https://bit.ly/2UNaPXB

Faça já a consignação do IRS para a APAV: 502 547 952

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Em 2019, a possbilidade de consignar o seu IRS chega mais cedo, não sendo necessário esperar até ao momento da entrega da declaração de rendimentos.

Para isso, só tem de aceder ao Portal das Finanças e indicar a instituição à qual pretende consignar. Assim, quando chegar a altura de entregar a sua declaração bastará confirmar a informação.

Siga esta ligação, faça login e indique o NIF da APAV: 502547952

portaldasfinancas.gov.pt

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