• Romance Scam
  • Violência não expressa amor
  • Pode servir a qualquer pessoa

Apresentação dos resultados do Inquérito “Violência no Espaço Público e Privado”

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INE

O Instituto Nacional de Estatística – INE promove no dia 27 de junho a sessão de apresentação dos resultados do Inquérito “Violência no Espaço Público e Privado”. A sessão conta com o apoio e participação da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – APAV, que estará representada por Cristina Soeiro (Vice-Presidente da Direção) no painel de abertura e por Daniel Cotrim (Assessor Técnico da Direção) no painel “A visão da APAV sobre as várias formas de violência”. A sessão terá lugar na Sede do INE (Av. António José de Almeida, Lisboa).

Inscreva-se, até 25 de junho, através do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (inscrição gratuita, mas obrigatória).

Consulte aqui o programa:
Programa [PDF]

Nova campanha de sensibilização: O papel principal é meu

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Assinalando o Dia Internacional de Sensibilização sobre a Prevenção da Violência Contra as Pessoas Idosas (15 de junho), a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima apresenta uma nova campanha de sensibilização: “O papel principal é meu”.

Em 2023, a APAV apoiou, em média, 4 pessoas idosas por dia, e tem vindo a alertar para o fenómeno da violência contra pessoas idosas que é crescente, e não se limita àquelas formas de violência que possam ser mais visíveis ou facilmente identificáveis. Passa, também, por comportamentos muitas vezes não considerados violentos, mas que retiram às pessoas idosas poder de decisão, autonomia, liberdade e dignidade. Esses atos são, em si mesmo, violações de direitos humanos, abrem caminho para formas mais graves de violência e podem, até, constituir ou levar à prática de crimes.

A campanha de sensibilização foi desenvolvida criativamente, de forma mecenática, pela agência de comunicação Creative Minds.

A APAV presta apoio gratuito, confidencial e especializado a vítimas de todos os crimes. Este apoio, no regime presencial, está disponível através de uma rede nacional de serviços de proximidade. A Linha de Apoio à Vítima, 116 006, funciona de segunda a sexta, entre as 8h00 e as 23h00, e o apoio está também disponivel através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

   

Convenção de Istambul | 1.ª Avaliação temática – Relatório das ONG

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O capítulo IX da Convenção do Conselho da Europa sobre a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica (Convenção de Istambul) estabelece o mecanismo de monitorização da sua aplicação pelos Estados Parte, nomeadamente através do Grupo de Peritas/os para o Combate à Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica – GREVIO.

O GREVIO elabora e publica relatórios que avaliam as medidas legislativas e outras medidas adoptadas pelas partes para dar cumprimento às disposições da convenção. Em 2023 deu-se início à primeira ronda de avaliação temática do GREVIO dedicada à temática “Criar confiança através da prestação de apoio, proteção e justiça”.

Neste âmbito, o Estado Português elaborou o relatório oficial e dez ONG e serviços de apoio à vítima (entre as quais a APAV) elaboraram o relatório alternativo, que pode ser consultado aqui.

Um gesto que pode ajudar quem sofre em silêncio. Doe grátis 0,5% do seu IRS

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APAV irs 2 fase 2024   APAV irs 2 fase 2024   APAV irs 2 fase 2024   APAV irs 2 fase 2024

Um gesto que pode ajudar quem sofre em silêncio. Doe grátis 0,5% do seu IRS.

Ao entregar a sua declaração de IRS no Portal das Finanças, no quadro 11, indique o NIF da APAV: 502 547 952 e assinale o campo IRS.

Ao ajudar a APAV, está a contribuir para o apoio às vítimas de vários tipos de crime. Todos podemos um dia ser vítima de crime.

O seu apoio faz toda a diferença. Obrigada!

A campanha foi desenvolvida pela agência New Normal, com fotografia de Rafaela Lopes.

apav.pt/irs

TSF | Violência doméstica. "Se eu soubesse que teria esta resposta para me proteger, teria apresentado queixa mais cedo"

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Créditos: Artur Machado / Global Imagens

"Há dez gabinetes de Apoio à Vítima de Violência Doméstica nos tribunais. O Parlamento quer alargar a rede a mais comarcas. 

Apesar de estar situado no edifício do tribunal, o Gabinete de Apoio à Vítima do departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Faro está decorado com mobiliário branco e informal. Uma forma da vítima que ali chega não se sentir num local hostil. Este gabinete, em particular, foi criado em 2019 e é um dos dez que existem no país. Os casos que lhe vão parar às mãos chegam sobretudo através do Ministério Público ou após uma queixa feita às autoridades policiais. E é a partir daí que se desenrola o trabalho do Gabinete de Apoio à Vítima de Violência Doméstica e de Género. E o que faz? "Desde logo o apoio emocional, muitas vezes em situações de crise psicológica. O apoio também a nível informativo dos procedimentos processuais, da questão dos direitos das vítimas, dos apoios que existem e que podem obter, assim como a preparação e o acompanhamento em diligências", explica a coordenadora.

Ana Oliveira, psicóloga, é técnica da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a entidade que dá o suporte técnico a este organismo. Considera que o primeiro trabalho é fazer a avaliação do risco que corre cada pessoa que ali entra. Ana lembra-se de um caso recente em que o agressor não acatou a decisão do tribunal e depois da intervenção do gabinete tudo andou mais rápido. "Falarmos com o Ministério Público fez com que fossem determinadas medidas que fizeram com o que o agressor saísse de casa", conta. A psicóloga considera que a reação que recebe por parte das vítimas é o que recompensa o seu trabalho. "Recebo a chamada dessa pessoa que me diz que agora já vai para casa aliviada e que a casa lhe dá uma sensação de paz", relata.

No ano passado, o gabinete atendeu cerca de 400 casos e este ano já vai em mais de 200 acompanhamentos. A perceção da psicóloga é a de que o fenómeno da violência doméstica está a aumentar, embora seja também percetível que há mais denúncias que anteriormente ficavam entre portas. Ela atinge crianças, mulheres e idosos e passa por todos os estratos sociais."

Leia o artigo completo: TSF | Violência doméstica. "Se eu soubesse que teria esta resposta para me proteger, teria apresentado queixa mais cedo"