Segurança, Democracia e Cidades: O Futuro da Prevenção | França | 12/14 Dezembro

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Nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro realiza-se em França a Conferência “Segurança, Democracia e Cidades: O Futuro da Prevenção”. Organizada pela EFUS (European Forum for Urban Security), esta conferência funcionará como um espaço de troca de práticas, experiências e conhecimento sobre a prevenção do crime na Europa e em todo o mundo.

Nesta Conferência onde serão abordados temas relacionados com o consumo de drogas, minorias, crime organizado e violência contra as mulheres, serão ainda realizadas palestras com especialistas de varias áreas com o intuito de avaliar as políticas de segurança urbana ao longo dos últimos 25 anos, os desafios para o futuro da prevenção, bem como os principais temas trabalhados pelas autoridades locais. Outro ponto alto desta Conferência será o lançamento do Manifesto que refletirá o posicionamento politico adotado.

Esta iniciativa, na qual são esperados 800 participantes de todo o mundo, dirige-se a todos aqueles que se encontram envolvidos na segurança urbana, tal como autoridades locais, profissionais da área da segurança, assistentes socias, investigadores, representantes da sociedade civil, entre outros.

Para mais informações:
www.2012conference.eu

APAV_notícias #20 | Novembro 2012

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Aqui está a 20ª edição do boletim APAV_notícias. Esta newsletter condensa informação sobre as mais recentes actividades da APAV: a campanha sobre Violência Doméstica, que assinala o dia 25 de Novembro - Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres; a peça de teatro “Amor!?”, em cena no Casino Estoril; o novo site da APAV sobre Violência Doméstica; e o seminário promovido pelo Victim Support Europe no Parlamento Europeu. O destaque desta edição vai para o Projecto Unisexo.

A newsletter pode ser consultada neste link:
APAV_notícias #20

Expresso: "Portugal pode fazer mais contra o tráfico de seres humanos"

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Um relatório europeu elogia os progressos do país mas chama a atenção para o aumento da exploração laboral e dos riscos para homens e crianças. Pede que Portugal avalie melhor o que tem feito e reforce o trabalho das ONG.

"Embora haja muitas melhorias a assinalar, Portugal pode fazer mais para combater o tráfico de seres humanos. É esta a principal conclusão do relatório do Grupo de Peritos do Conselho da Europa contra o Tráfico de Seres Humanos, a que o Expresso teve acesso.

Depois de visitas in loco e contactos com todas as entidades relevantes, os peritos europeus - um grupo de 15 indivíduos "independentes e imparciais" - consideram que as autoridades portuguesas "têm tomado medidas importantes para prevenir e combater o tráfico de seres humanos", mas desejam um maior envolvimento das ONG e uma maior adequação das medidas adotadas às tendências atuais deste fenómeno: um acréscimo do tráfico ligado à exploração laboral (em detrimento da ainda prevalecente e dominante exploração sexual) e, por conseguinte, o aumento do peso de homens e crianças numa população de vítimas onde, até agora, têm preponderado as mulheres. (...)"

Fonte: Expresso

CIG lança Jornadas contra a Violência Doméstica

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A CIG - Comissão para a Igualdade e Cidadania de Género, agência governamental para a área da igualdade na dependência da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, promove as Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica.

Esta Jornadas têm lugar entre 15 de novembro e 15 de dezembro, tendo como temas: A segurança e a justiça contra a violência; as políticas sociais contra a violência doméstica; e a cooperação contra a violência doméstica e a educação contra a violência doméstica.

Programa

Informações: www.cig.gov.pt

APAV presente na Conferência que assinala o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

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Hoje, dia 6 de Fevereiro, assina-se o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, uma prática ainda corrente em diversos países e que afeta determinados grupos presentes em Portugal.

A mutilação genital feminina (também chamada de “excisão” ou “circuncisão feminina”) consiste na remoção de partes do órgão genital externo da mulher e pode implicar também no fechamento do orifício vaginal, sendo praticada em modalidades diferentes. Esta prática é muito corrente em países com o Egipto, Guiné-Bissau, Guiné-Conacri e Somália e é motivada por razões culturais ou religiosas, acreditando-se que as mulheres submetidas a excisão serão mais puras e terão filhos mais saudáveis. A Organização Mundial da Saúde (www.who.int) considera Portugal como um país de risco para essa prática, tendo em conta que algumas comunidades imigrantes aqui presentes são originárias de países onde a mutilação genital feminina é frequente.

Apesar da motivação cultural e religiosa para a manutenção da mutilação genital feminina, nos países ocidentais esta prática é considerada como uma ofensa aos direitos humanos e uma violência contra a mulher. Por esta razão, existem diversos esforços por parte de instituições internacionais a fim de sensibilizar as comunidades que ainda praticam a excisão sobre os perigos que dela decorrem à saúde da mulher (como infeções locais, problemas do trato urinário e complicações no parte), levando-as a adotarem novas tradições, mais saudáveis e humanas.

Em Portugal está em vigor o II Programa de Ação para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina, que prevê diversas medidas no âmbito da sensibilização, apoio, formação e investigação para colocar fim a esta prática, tanto em território nacional como nos países de origem das comunidades imigrantes. O dia de hoje foi marcado por uma conferência sobre o tema, organizado pela Comissão para a Igualdade de Género – CIG, e que decorreu no Centro Hospitalar do Barreiro, estimulando os profissionais da área da saúde e a comunidade em geral a se familiarizarem com o tema e, assim, apoiarem o combate a esta prática.